Acontece

Festival que mistura arte e tecnologia
Postado em 30/06/2015

Fonte: G1

Um festival internacional em São Paulo reúne linguagem eletrônica e vários tipos arte.
 
O invisível está no ar. Eles olham para cima, para baixo, se divertem num mundo que só eles enxergam.
 
Uma balança é o maior sucesso da exposição, um trabalho de final de semestre de alunas de design multimídia de uma universidade alemã. Elas desenharam, em aquarela, cenas de paisagens, fizeram uma animação e colocaram num modelo em três dimensões. Quando a pessoa coloca os óculos, entra nesse mundo.
 
É uma sensação, nossa, inexplicável. É muito legal. Parece que você está viajando, sabe?”, se espanta um visitante.
 
Tem umas pipas no céu. Parece que você está flutuando, é muito legal”, conta uma criança.
 
Outra peça é uma conversa entre o passado e o presente. Quando o visitante segura em uma haste e começa a girar em volta dela, uma imagem nossa do passado se forma e começa a perseguir a gente no presente. Quando o visitante solta, a imagem do passado, o passado caminha lentamente, se coloca e se incorpora na gente, no presente. Ninguém consegue se livrar do passado.
 
Além desse trabalho, você vai poder ver várias obras que hoje fazem uma interseção entre arte contemporânea e arte eletrônica. Por exemplo, a saia vermelha que se mexe e mais aquele outro trabalho verde, que vai criando um caminho sem fim, é uma escultura que se reconstrói o tempo todo no espaço”, diz Ricardo Barreto, organizador do festival.
 
Tem câmeras para compor uma música no ritmo das piscadas dos olhos. Tem pessoinhas no mundo virtual que fogem quando alguém do mundo real se aproxima. E pode-se mexer com luzes e sons, participar de jogos na Grécia e ainda assistir a mais de 100 animações.
 
Uma instalação funciona como uma sinfonia, começa devagar e aos poucos as 18 mil lâmpadas de led se multiplicam em cores e em velocidade.
 
Fonte: Veja
 
Nas pedras comuns, homens virtuais. Aparentemente eles não estão ali, mas aparecem quando olhamos na tela do computador. Como se as pedras tivessem uma memória de quem já passou por ali.
 
Fonte: Fiesp
 
Memória também é a inspiração de outra artista. Ela guarda o rosto de quem passa pelo festival. E, depois, apresenta essas pessoas para quem passa pela Avenida Paulista.
 
 

Programação:

Fonte: SESI